“Troika” foi o nome dado à coordenação entre a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) durante a crise da dívida europeia, entre 2009 e 2018, responsável por negociar e supervisionar pacotes de resgate financeiro a países em crise, especialmente a Grécia, mas também Portugal, Irlanda, Chipre e Espanha.
Em troca dos empréstimos, os países beneficiados tiveram de implementar reformas estruturais e políticas de austeridade, como cortes em gastos públicos, aumento de impostos e privatizações.